Mas eu sempre tenho essa mania de querer falar de tudo.
Na felicidade instantânea, até que ponto uma pessoa é verdadeira com você?
Será que ali naquela felicidade, há cumplicidade? Não só neste momento, mas será que se conspira a cumplicidade com todos aqueles que nos circundam, como aqueles que nos querem bem e que nos amam? Os problemas desses humanos não são de erros provocados pela razão e sim pela emoção.
Pode torcer o nariz ao ler, machão. Mas no fundo no fundinho todos pendem pelo lado emocional.
É realmente são muitos serás para decifrar. Sei que pessoas nunca deixarão de conviver juntas é impossível até mensurar isso.
Mas a pulga. A pulga mora atrás da orelha e sempre te dá umas coçadinhas, para você lembrar de desconfiar sempre – ou nem sempre.
Para os calejados de plantão, há sempre o quê se duvidar.
Sou inocente. Se disser isso todo mundo vai rir, mas nesse ponto sou inocente.
Mas no todo do tudo em que se transforma sempre, eu tenho é mais que pensar positivamente sempre. Todos nós!
Nem quero mais pensar nisso. Pessoas são complicadérrimas meio como quebra cabeça tamanho família, que mãe, vó e primos te ajudam a montar.
Ihh se fazer uma análise antropológica profunda desse quê, oh God, leva horas para decifrar, heim!
Mas uma das coisas que não devemos deixar de lado é a auto-reflexão. Todos tinham de exercitar a reflexão de seu próprio ser, suas atribuições e atitudes. A imagem exterior do homem e as circunstâncias que o rodeiam são o resultado de sua auto-imagem. Todos nós temos uma auto-imagem. Esta palavra, composta de "auto" e "imagem", é profundamente significativa.
Mas, não é estranho esse mundo? Ficam pregando por aí que felicidade está dentro de você. Inclusive nos comerciais!
Enquanto você tenta achar, os caras te oferecem celulares de última geração pra você ficar perto de quem ama. Carros tão equipados que poderiam sair voando, pra você dirigir com todo o conforto. Passagens de avião a preços mínimos pra você conhecer lugares incríveis. Planos de tevê a cabo pra te deixar por dentro do que há de mais emocionante e descolado. Mas sabe, lá no fundo, a felicidade está dentro de você. Jogue seu celular pela janela do carro – depois deixe o carro cair de uma ribanceira. E aí, tá feliz ou não tá? Hein?
Na felicidade instantânea, até que ponto uma pessoa é verdadeira com você?
Será que ali naquela felicidade, há cumplicidade? Não só neste momento, mas será que se conspira a cumplicidade com todos aqueles que nos circundam, como aqueles que nos querem bem e que nos amam? Os problemas desses humanos não são de erros provocados pela razão e sim pela emoção.
Pode torcer o nariz ao ler, machão. Mas no fundo no fundinho todos pendem pelo lado emocional.
É realmente são muitos serás para decifrar. Sei que pessoas nunca deixarão de conviver juntas é impossível até mensurar isso.
Mas a pulga. A pulga mora atrás da orelha e sempre te dá umas coçadinhas, para você lembrar de desconfiar sempre – ou nem sempre.
Para os calejados de plantão, há sempre o quê se duvidar.
Sou inocente. Se disser isso todo mundo vai rir, mas nesse ponto sou inocente.
Mas no todo do tudo em que se transforma sempre, eu tenho é mais que pensar positivamente sempre. Todos nós!
Nem quero mais pensar nisso. Pessoas são complicadérrimas meio como quebra cabeça tamanho família, que mãe, vó e primos te ajudam a montar.
Ihh se fazer uma análise antropológica profunda desse quê, oh God, leva horas para decifrar, heim!
Mas uma das coisas que não devemos deixar de lado é a auto-reflexão. Todos tinham de exercitar a reflexão de seu próprio ser, suas atribuições e atitudes. A imagem exterior do homem e as circunstâncias que o rodeiam são o resultado de sua auto-imagem. Todos nós temos uma auto-imagem. Esta palavra, composta de "auto" e "imagem", é profundamente significativa.
Mas, não é estranho esse mundo? Ficam pregando por aí que felicidade está dentro de você. Inclusive nos comerciais!
Enquanto você tenta achar, os caras te oferecem celulares de última geração pra você ficar perto de quem ama. Carros tão equipados que poderiam sair voando, pra você dirigir com todo o conforto. Passagens de avião a preços mínimos pra você conhecer lugares incríveis. Planos de tevê a cabo pra te deixar por dentro do que há de mais emocionante e descolado. Mas sabe, lá no fundo, a felicidade está dentro de você. Jogue seu celular pela janela do carro – depois deixe o carro cair de uma ribanceira. E aí, tá feliz ou não tá? Hein?
Aí acontece o inevitável. Você compra um notebook de última geração, um celular que só falta cozinhar pra você, o carro do ano, finalmente marca uma viagem legal para o próximo feriado… e é tachado de tudo. Consumista, exibicionista, nerd. As pessoas não se importam se você trabalha para bancar essas felicidades compráveis. Não querem saber há quanto tempo você desejava passar uma semana em porto de galinhas, ou mudar de casa.
Afinal, se você convive todos os dias com pessoas que nem te perguntam se você tem comida em casa, se sua saúde está bem... Coisa simples, de convivência humana e que com a auto-reflexão deveria melhorar.
Meu céu de algodão doce e a sensação de flutuar sobre as nuvens.

Hellen, gostei muito do teu estilo e a forma simples que conversas sobre coisas complicadas. Complica-se e replica-se por hábito. A vida é simples. A pulga está atras da orelha não pra lembrar que é preciso desconfiar. È só pra gente se mexer. Afinal, comer e coçar está em começar. Escrever e falar tambem. Vai em frente que irás lançar um livro. Podes crer. Talvez mais de um, quem sabe??? Um abraço.
ResponderExcluirAh! Como te achei? seguindo o Daniel. Vou falar pra ele que quero te conhecer quando for a Foz. Não fica muito contente, porque não sou editora, só uma nascente pensadora...