2011 veio pra provar que virada de ano e réveillon são meras convenções sociais. Afinal pouca coisa muda da noite pro dia e grandes mudanças exigem períodos de intempéries e casca grossa pra encarar.
Não sei se é transição, se é depressão pós-férias, se apenas estou cansada quando o ano acabou de começar. Não consigo enxergar o brightside da vida neste momento – logo eu, que depois dos 25 virei uma mera otimista incontrolável. Me sinto apática a maior parte do tempo e triste no tempo que resta.
A parte boa (ó lá eu enxergando o brightside) é que no ano passado, nessa época, eu estava estupidamente feliz, como uma coisa só!
O programa diário de rádio numa rádio AM de Foz, apenas!
E o resto do ano não foi tão bom mas também não foi tão ruim. 1/4 de vida comemorado de forma invicta e original, paladares diferente para o menu de rapazes que já passaram em minha vida - que cada garota (confesso cada uma tem de ter).
Tipo uma terapeuta com os seus clientes, bom para conhecer mesmo os tipinhos, as jogadas e as sacanagens.
Teve a matéria da Super Interessante que foi um 'up' na profissão, louvável.
Bom se isso faz algum sentido, resta esperar que 2011 seja um ano do caralho.
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