Houve um período da minha vida em que eu achava massa ser rabugenta, ranzinza. Juro!!!
Durou qualquer coisa entre os 17 e os 20 e poucos, não lembro ao certo. Muito provavelmente porque não quero lembrar. Porque da rabugice constante só sobrou uma certeza: a de que reclamar me trouxe cabelos brancos.
Fora isso, não cheguei a lugar nenhum, não me tornei um desses gênios ilustres, de talento reconhecido e gênio marcante. Eu fui nada mais do que uma velha ranzinza. E olha que nem completei meus 25 anos ainda, calculem.
Também não sei dizer ao certo quando e porquê esse momento passou; só sei que graças ao deus do bom senso eu parei de andar com uma nuvenzinha cinza em cima da minha cabeça. Porque né? A nuvenzinha só fazia chover em mim, eu vivia doente e com o cabelo encrespando por causa da umidade.
Todo mundo tem todos os motivos do mundo pra ser infeliz, problemático, aquela velha história de procurar pelo em ovo. Se você estiver decidida a achar alguma coisa pra sua vida ficar uma merda, não se preocupe. você vai encontrar.
O que eu tenho observado ao longo dos anos – e que foi um dos fatores decisivos para minha mudança de comportamento – é que ser rabugenta me transformava numa “nova coitada”. Não falo dos coitados antigos, tradicionais, como a minha vó que tinha gases e implicava com cada passo da empregada.
Também não sei dizer ao certo quando e porquê esse momento passou; só sei que graças ao deus do bom senso eu parei de andar com uma nuvenzinha cinza em cima da minha cabeça. Porque né? A nuvenzinha só fazia chover em mim, eu vivia doente e com o cabelo encrespando por causa da umidade.
Todo mundo tem todos os motivos do mundo pra ser infeliz, problemático, aquela velha história de procurar pelo em ovo. Se você estiver decidida a achar alguma coisa pra sua vida ficar uma merda, não se preocupe. você vai encontrar.
O que eu tenho observado ao longo dos anos – e que foi um dos fatores decisivos para minha mudança de comportamento – é que ser rabugenta me transformava numa “nova coitada”. Não falo dos coitados antigos, tradicionais, como a minha vó que tinha gases e implicava com cada passo da empregada.
Os novos coitados são jovens, tem tudo à mão, mas não se esforçam nenhum pouco pra sentir-se bem num dia de céu azul. Ou pra dar fim nas coisas que o incomodam.
E eles levam uma vida normal como a sua, ou a minha. Tem amigos, freqüentam baladas, são aquele tipo de amigo chato que você precisa ter. Nem que seja pra se acercar de que a sua vida não é tão ruim assim, né, afinal tem gente muito pior. A questão é que eu não queria ser essa “gente muito pior”. Eu curto mesmo é estar por cima da carne seca. E quando começo a me distanciar disso, ligo o alerta, vou pro acostamento, espero a nuvem cinza passar da minha altura e sigo viagem. Posso morrer de qualquer coisa, mas morrer de desgosto com a vida eu acho cafona.
E eles levam uma vida normal como a sua, ou a minha. Tem amigos, freqüentam baladas, são aquele tipo de amigo chato que você precisa ter. Nem que seja pra se acercar de que a sua vida não é tão ruim assim, né, afinal tem gente muito pior. A questão é que eu não queria ser essa “gente muito pior”. Eu curto mesmo é estar por cima da carne seca. E quando começo a me distanciar disso, ligo o alerta, vou pro acostamento, espero a nuvem cinza passar da minha altura e sigo viagem. Posso morrer de qualquer coisa, mas morrer de desgosto com a vida eu acho cafona.
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